Campanha quer incentivar amamentação até que o bebê complete 2 anos. Atriz Nívea Stelmann, mãe de menina de 4 meses, é madrinha da ação.
sábado, 23 de agosto de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
Menopausa/Climatério
1 - O que é menopausa? |
A menopausa é a data da última menstruação, constitui apenas um marco dentro do climatério. Incide, em geral, aos 50 anos. É precoce quando se instala antes dos 40 anos e, tardia, após os 52 para alguns e 55 anos para outros.
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| 2 - O que é o climatério? |
Classicamente, o climatério corresponde ao período de vida em que a mulher sofre grandes modificações, incluindo a falta de ovulação e o déficit na síntese de hormônios esteroídicos. Representa a transição do período reprodutivo (menacme) ao não-reprodutivo (senectude). Varia, em geral, dos 40 aos 65 anos, segundo a OMS. Contudo, este termo hoje está sendo abandonado.
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domingo, 10 de agosto de 2014
Mortalidade materna: Brasil não vai atingir objetivo do milênio
O Brasil atingiu a meta da Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em dois terços os indicadores de mortalidade de crianças de até cinco anos. O índice, que era de 53,7 mortes por 1 000 nascidos vivos em 1990, passou para 17,7 em 2011.
sábado, 2 de agosto de 2014
Febrasgo desaprova a ingestão de placenta após o parto
Ingerir placenta após o parto. O que parece inusitado para muitas pessoas, é comum para duas enfermeiras e obstetras de Brasília que têm realizado partos humanizados. Iara Silveira e Ana Cyntia Baraldi encapsulam placentas para mulheres que querem comer o órgão durante o puerpério, e só no ano passado, entregaram 60 placentas às mães. A idéia veio após o parto de uma ucraniana, onde o pai solicitou a placenta, explicando que os efeitos eram bons para as mães.
Esse tipo de procedimento é utilizado em alguns lugares da China, Estados Unidos e Europa, mas no Brasil, não se tem evidencia dos benefícios em ingerir a placenta. De acordo com Iara e Ana Cyntia, ao comer a placenta, grande parte dos nutrientes gastos pela mulher durante a gestação, principalmente o ferro, vai voltar para o organismo dela. O resultado disso é um período pós-parto mais tranquilo porque a mãe vai gerar mais leite, ter mais energia e diminuir as chances de depressão ou oscilação do humor.
A Febrasgo não apoia o uso da técnica. O presidente da Comissão de Parto da entidade, João Steibel, diz que não há nenhum estudo científico que comprove o valor nutritivo da placenta a não ser para o bebê, dentro do corpo da mãe. Ele explica que não há como sugerir uma técnica quando não há comprovação da eficácia dela.
“Somos absolutamente contrários. Só trabalhamos com evidência científica, não há teste, nenhuma evidência da eficácia disso. Se uma paciente perguntar “posso usar?”, eu vou dizer “não pode”, não há nenhuma comprovação científica, portanto, não tem como saber se faz bem ou mal”, explica Dr. João Steibel.
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